13 de março de 2008

Cura-me com Teu veneno

Que dor bate agora, Que amor que essa madrugada me traz, Que falta de direção é esta sem você? Basta abrir os olhos para te ver é Como fechá-los para sonhar. Sessenta segundos é o que me faz ser eterno Sem tua alma a me abençoar. Desenhos as linhas com o negro a Não ver nada, Tocando-te com meu beijo. Esta arrogância que faz sermos Apenas um, Que faz de nos uma gota a unir-se Ou a evaporarem juntos. Debato-me em meus anseios, Cicatrizando as feridas causadas Pela dor, Cura-me com teu veneno, Amor. Absorva este martírio Declarando-se para mim. Arranque de mim a dor destas Palavras destinadas a ti, Desorientadas para mim. Aquele banco estava frio e Congelou-me a toque em meus olhos em tuas constelações Exibidas no céu. Agora te vejo em meus delírios, gritando a Afrodite que me abandone E dei-me uma mortal. Cabelos contra o vento, Minhas mãos ao sentir teu Toque todo tempo.
Max Daniel

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