29 de abril de 2008

Sol

Nova manha se aproxima, Novos pesadelos não me tormenta esta noite. Olho aberto a não adormecer Noite, te cedo meu calor. Senti medo ao apagar das luzes, Mas senti frieza a meu toque nestas linhas. Sente? Não, não és capaz de absorver o mármore... Consegue me aquecer? Não sabes onde me encontro, Não sabe aonde esta a minha essência. Frio, Duro, Majestoso, Realista, Sombrio. Sente se aqui, toque me aqui, Beba um café comigo, Corra contra mim, Veremos até onde chegara! Mas ele corre, Ele clareia com teu brilho avermelhado, Sim é meu pesadelo, Sim é o sol a me ferir. Escrevo-te para que possa me entender, Observar-me. Queimar-me. Destruir-me. Isolar-me deste mundo cruel Tão cheio de sonhos E desespero. Só não me deixe com os vermes a comer Minha pele a comer o meu coração, Creme-me, Use-me.
Max Daniel

“Noite cerimonial de Aleister Crowley”

Nessa noite a lua está no centro de nossas atenções, em dois minutos abriremos nossos corações Realidade darão asas a fantasia, meu pai já não está entre nós “ele me odiaria ...” Em meu reino existe um corredor e dois portões simbólicos, mas hoje é a noite do Anjo negro o catastrófico dos católicos Velas, incensos e palavras significativas letais, neste circulo sagrado eu invoco meus ancestrais Um perfume agradável passa-me tranqüilidade desde então, diversos demônios surgem da escuridão ... Agora vou despedindo-me com simpatia e educação, pois a noite cerimonial terminou embora muitas virão.

(Radamez Barbosa)

Abandono de minha vida

Dona do meu mundo? Sim ela é. Dona de meus rancores? Não sou responsável por meus atos. Lagrimas colorida marcam meu rosto Neste momento de ira. Essa madrugada ira me sufocar, E até que meus últimos suspiros aconteçam. Saiba, irei esperar até o ultimo momento... Quero gozar desta dor que acha que me faz mal. Um recanto obscuro em minha sala, Uma imagem me prende, Sim... É a do teu rosto em minhas lembranças, Sim... É da dama de preto e branco que me Salvou e que agora A dispenso como um simples Piscar de meus olhos irritados com estas lagrimas. Acho que esta na hora! Meu ar acaba. Despeço-me de meu corpo, Despeço-me do teu calor que um dia tocou-me com afeto, Abraçou-me com amor, Cuspiu-me com rancor! Que me desejou, Mas me deixou.
Max Daniel

24 de abril de 2008

†PENSANDO EM VOCÊ †

“Essa noite estive pensando em você, no que me transmite quando estou ao seu lado, o que verdadeiramente sinto e vendo assim a importância que se está criando. De repente me vi alegre pensando em você, me surpreendi desejando a sua presença junto da minha, me peguei sorrindo, mas não compreendi. Depois me peguei chorando e assim fui ficando angustiada, meu coração acelerou e minha respiração ficou ofegante, por quê? Tive medo, deu medo só de pensar que não o teria mais ao meu lado, que meus braços ficariam soltos sem ter alguém para abraçar, me deu frio por imaginar que não o teria mais aqui presente para me dar calor. Desnorteei-me só em pensar que não teria mais ninguém para desabafar, para me ouvir e pior, me deu vontade de desistir só em pensar que não teria mais para quem dizer “EU TE AMO” e com isso mostrar toda minha dedicação e meus sentimentos hoje reservados.

Deusa Dark Chris

22 de abril de 2008

Madrugada II

Eu já nao sei mais me impor a minha vontade, Eu já nao sei mais almejar a vida sem o teu calor a me protejer. Detalhes fúteis hoje me separa de minha metade, Deixando o gosto amargo de minha solidão em meus labios quentes de carentes de teu toque. Inconformado me encontro, isolado estou aqui agora, desisperado me encontro neste momento fertil de minhas palavras romanticas e friamente calculadas. Como sempre acontece... A madrugada segue sem voce em minha cama, A madrugada segue sem meu sono, Sem meus sonhos, Sem voce aqui presente. Eu procuro amizades, Eu procuro me alimentar, tento me cuidar, Motivos sempre tenho, mas forças estao ausentes. Oh noite, porque me castigastes desta forma? Não o faça, Por favor, não o faça. Agora sobre o silêncio da madrugada, envenai-me da presença do meu amor, dei-me a minha (vida). Deixe-me repousar. Apenas repousar nos braços do calor da minha (Vida) que tanto esperei a agora sei onde esta.
Max Daniel

Destino

Quem ousaria descordar de minhas simples palavras? Quem iria se impor se o que sinto é meu! Um fluxo continuo de amor segue a envadir meus pensamentos, deixando-me perdido em teu brilho torturante. Mas quem duvidaria? Quem ousaria? Diga-me! Não, não existem contradições! Exitem fatos sobre nós que nos atinge direto no coração. Não foi uma flexa, não foi uma magoa, Foi alguém desconhecido, sou o senhor destino. Quem duvidaria? Se então somos as marionetes, se então somos a verdade que ele tentou separar e não conseguiu, não haverá motivos para que exista um final entre nós. Você ousaria? Eu me entrego, Eu não digo, Apenas verei tua alma junto a minha. Apenas deixarei o destino ser o nosso guia a nossa estrutura!
Max Daniel

21 de abril de 2008

Um Dia Vira "Conto erotico"

Chego em casa do serviço cansado.

Então a chamo...

Então você vem toda linda, cabelos molhados, pele fresca e apenas de toalha.

Abraça-me e me da um beijo.

Um beijo que foi o suficiente para acender os desejos.

Leva-me para o banheiro, meu banho irei tomar.

Termino meu banho e visto meu roupão preto amarrado e fechado ele esta.

Vejo-te sentada vestindo apenas uma de minhas camisas de flanela, passando creme em tuas pernas, um cheiro maravilhoso, é a minha fruta, é o meu pecado.

Lentamente vejo tua face no espelho e sinto o frescor de tua pela nas costas.

Lentamente declino meu corpo lançando meus lábios em tua orelha, lentamente percorrendo a maça de teu rosto e encontro a sua boca. Mas logo se vira e me beija, me beija lento, me beija forte, me deseja, me quer.

Empurra meu corpo contra o sofá que se abriga em nosso quarto, mas me quer no chão, me empurra contra os pés da cama e ali se senta sobre mim, parece sonho, não um dia virá.

Senta em meu colo, deslizo a mão em tuas costas, nossos beijos seguem, seguem, mordidas em nossos lábios.

Mais uma vez me empurra, mas dessa vez pra cima da cama.

Então minha cabeça sobre o travesseiro, e você sobre mim, uma deusa, uma escultura perfeita, o meu colírio o meu encaixe.

Derramados sobre esta cama, alucinados com esse prazer que nos atinge, deslizo a mão por teu corpo, em tuas pernas, em tuas costas, e arranco a camisa, tudo esta a alcance dos meus olhos apesar da luz fraca e agradável.

Deita-se e então tiro tua uma peça de “roupa” levemente beijo e deixo que sinta minha boca em teus pés, em tuas pernas, então vejo meu desespero se aproximar, ali passo perto, sinto a fragrância e me desespero!

Mas sigo em busca de tua boca!

Lentamente mordo tua barriga, levemente arranco de ti gemido em que me deixam desorientado, sigo com minha língua até um dos teus seios.

Levemente o toco com minha língua quente e agradável, (gemidos)...Então deixo um seio desprotegido de minha boca e fico no meio de teu peito, olho-te, e ainda vejo o brilho o morder de sua boca.

Então estou mais uma vez em teu seio, mas esta demais, puxa-me sobre teu corpo e então colados estamos, aranha minhas costas, morde meus ombros, morde minha boca e sangue tira dela, não, não pare é assim que será, é um amor gótico, é um amor verdadeiro, é uma lembrança eterna.

Então acontece...

Penetro-a...

Delírios...

Sangue em minha boca, arder de nossos corpos, gritos de prazer,

sim sou eu e você!

Max Daniel

16 de abril de 2008

Primeiro encontro

Sinto a poesia entre meus poros,

Sinto a paz entre estes túmulos,

Sinto a brisa sussurrar em meus ouvidos.

Estranho, agradável, excitante, porém distante.

Vejo a garoa molhar minha folha,

Delicadamente Finos pingos a brilhar neste

Mármore negro com

Um belo anjo a me observar.

Sim...

Eu não nego que é meu primeiro encontro com

Um cemitério,

Eu não nego que me senti bem,

Eu não tenho medo dos corpos que aqui descansam.

Essa não é uma escrita gótica,

Essa não é uma escrita obscura,

É uma sensação de bem estar aos que acolheram tão bem neste

Silencioso soprar das folhas ao chão.

É um grande patamar de ilusões,

São um grande mistério estas caixas trancadas,

Cobertas de bronze, prata e ouro e seladas por lagrimas.

Cheiro de lodo funde-se ao cheiro de rosas vermelhas,

Cheiro de morte exilado por falta de meus sentimentos a eles.

E mais uma vez a morte mexe comigo,

E mais uma vez me apaixono por algo desconhecido.

Creio não voltar neste lugar,

Pois o que me faz bem não me permite desenhar estas linhas.

Mas sei que voltarei pra gravar estes momentos em meu álbum.

Creia...

É tudo muito poético aqui,

É lugar triste aonde me encaixo perfeitamente

Entre estes olhares tristes destes monumentos.

Bati três vezes no tumulo de Cazuza,

Pedi que ele me mostrasse uma poesia,

Senti apenas a essência do que é ser poeta.

É apenas uma tristeza feliz,

Uma sensação distante,

É apenas um momento feliz.

Max Daniel

15 de abril de 2008

†۞๑۩۞۩๑†Mäx Ðäñí ë£|†๑۩۞۩๑۞†

Meu video, editado e feito por mim! rss São apenas fotos ao som de 30 Seconds to Mars The Kill

14 de abril de 2008

Uma mão a limpar meu rosto

È uma solidão que entristece meu coração, É uma dor que arranca pedaços da alma, É um episodio que queria pular. Dias mudos, Somente ao som da minha voz, Somente ao som do meu cantar. Ah q dia lindo, Mas pena q o sol não posso tocar. Ah não, Que dia triste que me da Vontade de chorar. Mesmo sem querer por olhos arder, A lagrima disfarçada cai escondendo Que pode ser de sentimentos. Um piscar, Uma lagrima, Uma mão a limpar meu rosto, Sim... Só Pode ser a minha! Trancado em meu silêncio procuro Formas para aliviar, Mas aonde esta? Visto minha calça, Visto minha melhor camiseta, Meu melhor calçado, Mas pra quem? De mim já estou cansado, Deixei de lado meu narcisismo, Pois já não tem graça mais olhar o espelho E ver que a fisionomia esta cabisbaixa Então esquece... De nada frases adianta, De nada esta solidão ira me deixar. Espero tua paz apenas tomar conta de Meu abandonado e solitário coração.
Max Daniel

13 de abril de 2008

Mais do que isso?

Se agora são as letras que me fazem companhia

É porque não estas comigo.

Se agora escrevo as palavras destinadas a ti

É porque quero que as leia.

Se o amor um dia aconteceu, eu juro que não sei,

Mas se minha vida agora esta assim

É porque em ti encontrei motivos.

O que será?

O que chamar de amor quando se é

Mais do que isso?

O que chamar de verdade

Se é bem mais real?

Eu não seguirei nem um passo mais

Se não for em tua direção,

Eu não irei muito longe se

Não for você quem ira guiar-me.

Coisas irão mudar,

Logo depois forças para seguir,

Obstáculos a nos perseguir.

Max Daniel

10 de abril de 2008

.................................Silêncio..................................

Essas montagens já não Aproximam-me mais, Esses filmes já não Demonstram mais, Essas palavras já não Tem mais sentidos. Um abraço era tudo Que queria, Um amor é Tudo que eu tenho. Sufoco por esta Tela fria, Agonizo por esta brisa, Vôo ao fechar meus olhos. Ingrata imensidão que Faz-me não lhe ter. Bebo coca, Fumo Hollywood, Ouço Evanescence, Mas tudo esta em ti, Mas você habita em mim. Um sarcasmo do destino, Sim é apenas mais um. Não... É apenas covardia! Sinto a falta de teu cheiro em mim, Sinto a falta de teu calor sobre mim. Mais um gole, Mais um trago, Ainda são quatro da manha, E eu aqui sozinho, (Longe de você)... (Longe de mim mesmo)... (Sem querer). Está um silêncio ensurdecedor, Esta meu desespero aterrador. Esta a melodia ao meu favor? Fecho os olhos e vejo-te dormir, Paro e penso, Será que estas a sonhar, Será que pensou em mim? Suspiros no final. Dores que não são Normais.
Max Daniel

8 de abril de 2008

Gemidos

Noites de dilúvios agora sim estão aqui. Um calor que arde em meus pequenos arrepios. Penetro em tuas entranhas, Jorrando as virtudes de nossos seres. Suor que escorre destes momentos, Entre gritos e banhos frios que tomaste Ao não me ter. Dramaticidade de uma inocência que De ti arranco agora. Sonhos trancados, desejo reprimido. Estas a viver o teu momento entre Nossos corpos sedentos de amor, Esparramados por esta cama Molhada e cheia de pétalas. Abra teus olhos, Não tenha medo! Pois do prazer precisamos, Do calor necessitamos. Deixa a chuva cair, Deixa os mares se abrirem E nossas vidas se juntarem. Silêncio aqui agora... Mas não, ouça... Gemidos rasgam o silencio, O amor agora já és presente.
Max Daniel

Apenas + 1

Hoje deixarei o silencio vagar entre meus dentes soprando apenas estas palavras a quem quer que veja. Meus olhos exaustos sujerem se fechar, mas o corpo ardente apenas quer em ti aliviar. Solidão que nao consegue me fazer chorar, frio que já nao mais consegue me afetar, abaixo do zero estou! Dividas com a alma ainda tenho, fugas nestes calabouços já nao me servem mais, correr para onde se estas a me seguir se estas em mim a existir.Morbidez que me faz refletir que faz pensar, porque essas frases deixa-me machucar? Max Daniel

5 de abril de 2008

Teu Calice

Já nao me importo mais quem tu sejas, eu nao ligo mais se estas longe, apenas sei que teu calice quero matar apenas com uma gota com o que sobrou de teu nectar. Hoje eu quero dizer que minha alma refuga de meu corpo procurando o teu seio, procurando a tua vida. Somente a noite me faz sofrer por nao estar aqui! Quero levantar o teu vél e sofrer por nao lhe ter, então sinto um perfume agradavel de minha embriagez a viajar por estas paredes entopecendo-me da falta de tua presença.Ecos internos gritam dentro de mim, sim... eu sei que é teu nome!Um som angelical sopra agora as canções que me fazem querer planar, pena não poder voar, pois o destino eu sei qual é!Sinto meus os pés sairem deste chão frio, sinto que irei conseguir, mas desisto por algo desconhecido, talvez seja a verdade, talvez seja a realidade! Tudo isso é porque estou "próximo" da tua pele branca e delicada. Pois tu és a fruta do pecado, nem Cristo recusaria. (Ultima Frase) (Radamez Barbosa) (Escrita muito especial) Poís uma nova fase esta chegando!
Max Daniel

2 de abril de 2008

Metade

Uma angustia repentina Bateu aqui agora. Uma sensação estranha Agride-me! Jogo então toda angustia Nestas paredes sentindo que Minha metade grita socorro. Amarrado, perturbado procuro o Que fazer, mas isso incômoda. Um rosto em minha mente E gritos do outro lado, Que se debatem que se machucam. Talvez seja mesmo sensível. Ou será que não existe metade Por sermos um só?
Max Daniel

1 de abril de 2008

As Vezes

Às vezes tenho medo, Mas espero que de tudo certo. Às vezes fico triste, Mas espero que passe. Às vezes grito calado, Mas espero que alguém escute. Às vezes choro, E espero que ninguém veja. Eu não sei... Eu não entendo. Porque as muralhas estão aqui, Porque o mar segue sem fim. Logo me afogarei se não Salvar-me, Logo desistirei se não Seguir-me. Meus dedos estão amarelos, Vivo num mundo perdido E quase sem razão. Eu não tenho alguém que Cuide do meu coração!
Max Daniel