Nova manha se aproxima,
Novos pesadelos não me tormenta esta noite.
Olho aberto a não adormecer
Noite, te cedo meu calor.
Senti medo ao apagar das luzes,
Mas senti frieza a meu toque nestas linhas.
Sente?
Não, não és capaz de absorver o mármore...
Consegue me aquecer?
Não sabes onde me encontro,
Não sabe aonde esta a minha essência.
Frio,
Duro,
Majestoso,
Realista,
Sombrio.
Sente se aqui, toque me aqui,
Beba um café comigo,
Corra contra mim,
Veremos até onde chegara!
Mas ele corre,
Ele clareia com teu brilho avermelhado,
Sim é meu pesadelo,
Sim é o sol a me ferir.
Escrevo-te para que possa me entender,
Observar-me.
Queimar-me.
Destruir-me.
Isolar-me deste mundo cruel
Tão cheio de sonhos
E desespero.
Só não me deixe com os vermes a comer
Minha pele a comer o meu coração,
Creme-me,
Use-me.
29 de abril de 2008
Sol
Nova manha se aproxima,
Novos pesadelos não me tormenta esta noite.
Olho aberto a não adormecer
Noite, te cedo meu calor.
Senti medo ao apagar das luzes,
Mas senti frieza a meu toque nestas linhas.
Sente?
Não, não és capaz de absorver o mármore...
Consegue me aquecer?
Não sabes onde me encontro,
Não sabe aonde esta a minha essência.
Frio,
Duro,
Majestoso,
Realista,
Sombrio.
Sente se aqui, toque me aqui,
Beba um café comigo,
Corra contra mim,
Veremos até onde chegara!
Mas ele corre,
Ele clareia com teu brilho avermelhado,
Sim é meu pesadelo,
Sim é o sol a me ferir.
Escrevo-te para que possa me entender,
Observar-me.
Queimar-me.
Destruir-me.
Isolar-me deste mundo cruel
Tão cheio de sonhos
E desespero.
Só não me deixe com os vermes a comer
Minha pele a comer o meu coração,
Creme-me,
Use-me.
“Noite cerimonial de Aleister Crowley”
Nessa noite a lua está no centro de nossas atenções, em dois minutos abriremos nossos corações Realidade darão asas a fantasia, meu pai já não está entre nós “ele me odiaria ...” Em meu reino existe um corredor e dois portões simbólicos, mas hoje é a noite do Anjo negro o catastrófico dos católicos Velas, incensos e palavras significativas letais, neste circulo sagrado eu invoco meus ancestrais Um perfume agradável passa-me tranqüilidade desde então, diversos demônios surgem da escuridão ... Agora vou despedindo-me com simpatia e educação, pois a noite cerimonial terminou embora muitas virão.
(Radamez Barbosa)
Abandono de minha vida
Dona do meu mundo? Sim ela é. Dona de meus rancores? Não sou responsável por meus atos. Lagrimas colorida marcam meu rosto Neste momento de ira. Essa madrugada ira me sufocar, E até que meus últimos suspiros aconteçam. Saiba, irei esperar até o ultimo momento... Quero gozar desta dor que acha que me faz mal. Um recanto obscuro em minha sala, Uma imagem me prende, Sim... É a do teu rosto em minhas lembranças, Sim... É da dama de preto e branco que me Salvou e que agora A dispenso como um simples Piscar de meus olhos irritados com estas lagrimas. Acho que esta na hora! Meu ar acaba. Despeço-me de meu corpo, Despeço-me do teu calor que um dia tocou-me com afeto, Abraçou-me com amor, Cuspiu-me com rancor! Que me desejou, Mas me deixou.
24 de abril de 2008
†PENSANDO EM VOCÊ †
“Essa noite estive pensando em você, no que me transmite quando estou ao seu lado, o que verdadeiramente sinto e vendo assim a importância que se está criando. De repente me vi alegre pensando em você, me surpreendi desejando a sua presença junto da minha, me peguei sorrindo, mas não compreendi. Depois me peguei chorando e assim fui ficando angustiada, meu coração acelerou e minha respiração ficou ofegante, por quê? Tive medo, deu medo só de pensar que não o teria mais ao meu lado, que meus braços ficariam soltos sem ter alguém para abraçar, me deu frio por imaginar que não o teria mais aqui presente para me dar calor. Desnorteei-me só em pensar que não teria mais ninguém para desabafar, para me ouvir e pior, me deu vontade de desistir só em pensar que não teria mais para quem dizer “EU TE AMO” e com isso mostrar toda minha dedicação e meus sentimentos hoje reservados.
Deusa Dark Chris
22 de abril de 2008
Madrugada II
Destino
21 de abril de 2008
Um Dia Vira "Conto erotico"
Chego em casa do serviço cansado.
Então a chamo...
Então você vem toda linda, cabelos molhados, pele fresca e apenas de toalha.
Abraça-me e me da um beijo.
Um beijo que foi o suficiente para acender os desejos.
Leva-me para o banheiro, meu banho irei tomar.
Termino meu banho e visto meu roupão preto amarrado e fechado ele esta.
Vejo-te sentada vestindo apenas uma de minhas camisas de flanela, passando creme em tuas pernas, um cheiro maravilhoso, é a minha fruta, é o meu pecado.
Lentamente vejo tua face no espelho e sinto o frescor de tua pela nas costas.
Lentamente declino meu corpo lançando meus lábios em tua orelha, lentamente percorrendo a maça de teu rosto e encontro a sua boca. Mas logo se vira e me beija, me beija lento, me beija forte, me deseja, me quer.
Empurra meu corpo contra o sofá que se abriga em nosso quarto, mas me quer no chão, me empurra contra os pés da cama e ali se senta sobre mim, parece sonho, não um dia virá.
Senta em meu colo, deslizo a mão em tuas costas, nossos beijos seguem, seguem, mordidas em nossos lábios.
Mais uma vez me empurra, mas dessa vez pra cima da cama.
Então minha cabeça sobre o travesseiro, e você sobre mim, uma deusa, uma escultura perfeita, o meu colírio o meu encaixe.
Derramados sobre esta cama, alucinados com esse prazer que nos atinge, deslizo a mão por teu corpo, em tuas pernas, em tuas costas, e arranco a camisa, tudo esta a alcance dos meus olhos apesar da luz fraca e agradável.
Deita-se e então tiro tua uma peça de “roupa” levemente beijo e deixo que sinta minha boca em teus pés, em tuas pernas, então vejo meu desespero se aproximar, ali passo perto, sinto a fragrância e me desespero!
Mas sigo em busca de tua boca!
Lentamente mordo tua barriga, levemente arranco de ti gemido em que me deixam desorientado, sigo com minha língua até um dos teus seios.
Levemente o toco com minha língua quente e agradável, (gemidos)...Então deixo um seio desprotegido de minha boca e fico no meio de teu peito, olho-te, e ainda vejo o brilho o morder de sua boca.
Então estou mais uma vez em teu seio, mas esta demais, puxa-me sobre teu corpo e então colados estamos, aranha minhas costas, morde meus ombros, morde minha boca e sangue tira dela, não, não pare é assim que será, é um amor gótico, é um amor verdadeiro, é uma lembrança eterna.
Então acontece...
Penetro-a...
Delírios...
Sangue em minha boca, arder de nossos corpos, gritos de prazer,
sim sou eu e você!
Max Daniel
16 de abril de 2008
Primeiro encontro
Sinto a poesia entre meus poros,
Sinto a paz entre estes túmulos,
Sinto a brisa sussurrar em meus ouvidos.
Estranho, agradável, excitante, porém distante.
Vejo a garoa molhar minha folha,
Delicadamente Finos pingos a brilhar neste
Mármore negro com
Um belo anjo a me observar.
Sim...
Eu não nego que é meu primeiro encontro com
Um cemitério,
Eu não nego que me senti bem,
Eu não tenho medo dos corpos que aqui descansam.
Essa não é uma escrita gótica,
Essa não é uma escrita obscura,
É uma sensação de bem estar aos que acolheram tão bem neste
Silencioso soprar das folhas ao chão.
É um grande patamar de ilusões,
São um grande mistério estas caixas trancadas,
Cobertas de bronze, prata e ouro e seladas por lagrimas.
Cheiro de lodo funde-se ao cheiro de rosas vermelhas,
Cheiro de morte exilado por falta de meus sentimentos a eles.
E mais uma vez a morte mexe comigo,
E mais uma vez me apaixono por algo desconhecido.
Creio não voltar neste lugar,
Pois o que me faz bem não me permite desenhar estas linhas.
Mas sei que voltarei pra gravar estes momentos em meu álbum.
Creia...
É tudo muito poético aqui,
É lugar triste aonde me encaixo perfeitamente
Entre estes olhares tristes destes monumentos.
Bati três vezes no tumulo de Cazuza,
Pedi que ele me mostrasse uma poesia,
Senti apenas a essência do que é ser poeta.
É apenas uma tristeza feliz,
Uma sensação distante,
É apenas um momento feliz.
15 de abril de 2008
†۞๑۩۞۩๑†Mäx Ðäñí ë£|†๑۩۞۩๑۞†
14 de abril de 2008
Uma mão a limpar meu rosto
13 de abril de 2008
Mais do que isso?
Se agora são as letras que me fazem companhia
É porque não estas comigo.
Se agora escrevo as palavras destinadas a ti
É porque quero que as leia.
Se o amor um dia aconteceu, eu juro que não sei,
Mas se minha vida agora esta assim
É porque em ti encontrei motivos.
O que será?
O que chamar de amor quando se é
Mais do que isso?
O que chamar de verdade
Se é bem mais real?
Eu não seguirei nem um passo mais
Se não for em tua direção,
Eu não irei muito longe se
Não for você quem ira guiar-me.
Coisas irão mudar,
Logo depois forças para seguir,
Obstáculos a nos perseguir.