Max Daniel
22 de abril de 2008
Madrugada II
Eu já nao sei mais me impor a minha vontade,
Eu já nao sei mais almejar a vida sem o teu calor
a me protejer.
Detalhes fúteis hoje me separa de minha metade,
Deixando o gosto amargo de minha solidão em meus
labios quentes de carentes de teu toque.
Inconformado me encontro, isolado estou aqui agora,
desisperado me encontro neste momento fertil de minhas
palavras romanticas e friamente calculadas.
Como sempre acontece...
A madrugada segue sem voce em minha cama,
A madrugada segue sem meu sono,
Sem meus sonhos,
Sem voce aqui presente.
Eu procuro amizades,
Eu procuro me alimentar, tento me cuidar,
Motivos sempre tenho, mas forças estao ausentes.
Oh noite, porque me castigastes desta forma?
Não o faça, Por favor, não o faça.
Agora sobre o silêncio da madrugada, envenai-me
da presença do meu amor, dei-me a minha (vida).
Deixe-me repousar.
Apenas repousar nos braços do calor da minha (Vida)
que tanto esperei a agora sei onde esta.
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