29 de abril de 2008

Sol

Nova manha se aproxima, Novos pesadelos não me tormenta esta noite. Olho aberto a não adormecer Noite, te cedo meu calor. Senti medo ao apagar das luzes, Mas senti frieza a meu toque nestas linhas. Sente? Não, não és capaz de absorver o mármore... Consegue me aquecer? Não sabes onde me encontro, Não sabe aonde esta a minha essência. Frio, Duro, Majestoso, Realista, Sombrio. Sente se aqui, toque me aqui, Beba um café comigo, Corra contra mim, Veremos até onde chegara! Mas ele corre, Ele clareia com teu brilho avermelhado, Sim é meu pesadelo, Sim é o sol a me ferir. Escrevo-te para que possa me entender, Observar-me. Queimar-me. Destruir-me. Isolar-me deste mundo cruel Tão cheio de sonhos E desespero. Só não me deixe com os vermes a comer Minha pele a comer o meu coração, Creme-me, Use-me.
Max Daniel

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