2 de março de 2008

Da poça...

Da poça d’água na rua onde eu imaginava, Na folha morta e imóvel, O meu barco que navegava, O cão bebe fragmentos da lua E mata a sede com o meu sonho desfeito. Se desprendem dos olhos gotas já salgadas. Lá, longe, o mar de coração aberto as aguarda. Não quero ser lembrança em porta-retratos Aprisionado num tempo que respira morto. Penas do choro engaiolado dentro do peito.
(DESCONHECIDO)

Um comentário:

.. disse...

http://www.spectrumgothic.com.br/imagens.htm