Da poça d’água na rua onde eu imaginava,
Na folha morta e imóvel,
O meu barco que navegava,
O cão bebe fragmentos da lua
E mata a sede com o meu sonho desfeito.
Se desprendem dos olhos gotas já salgadas.
Lá, longe, o mar de coração aberto as aguarda.
Não quero ser lembrança em porta-retratos
Aprisionado num tempo que respira morto.
Penas do choro engaiolado dentro do peito.
(DESCONHECIDO)
Um comentário:
http://www.spectrumgothic.com.br/imagens.htm
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