17 de junho de 2008

Anjos de pedra

Aquele chão estava varrido, As folhas caiam levemente. Senti o odor de rosas... Que se fixava em minha pele lisa E cicatrizada. Enquanto sinto palavras em meus pensamentos, Via anjos de pedra a observar-me Eles estavam todos presentes. Eu via olhos de pedra O bater de suas asas mesmo sendo sólidas. Poesia, poesia e poesia. Era tudo que eu sentia. Continuei minha escrita sobre O tumulo de uma família, Os respingos em minha camisa. Existe algo aqui, É o glamour das almas existentes? Eu não sei dizer sei Apenas onde estou. Estou cheirando carne podre, Estou fedendo poesia barata, Estou morrendo de vontade de me deitar aqui Sele-me, Mate-me, Deixe-me ser eterno aqui. Max Daniel

2 comentários:

manson disse...

mundo perfeito

vc me ensinou te amar mas nao me ensinou te esquecer
quando vc me beijava,sua boca parecia ser tão docê
seu sangue passando pelas veias,seu coração batendo a mil
seu corpo abraçado ao meu
a lua era tão prata,radiava mais do q o sol
seos olhos brilhava ao olhar pra mim
só queriamos estar juntos
tudo era tão silencioso
o silencio as vezes diz mais do que muitas palavras
mas eu deveria saber q nao sorririamos pra sempre
o mundo perfeito desabou,cinto muita falta de vc.
só queriamos estar juntos
eu nao quero aprender a te esquecer
porque sei q vc voltara
só queria estar com vc neste mundo tão frio e triste
tanto faz ser ou nao ser cego,só vejo a escuridão

manson disse...

sou amigo da nayara