17 de junho de 2008

Carne

Consome-me como carne Mal passada a pular ainda a sangrar. Usa-me para propaganda, Por favor, não me exponha. Meu corpo frágil lhe oferece prazer Usa minha delicada carne pra saciar tua fome. Sou teu pedaço, Sou teu prazer, Sou noites de verão a Fazer-te escorrer. Solte-me Pois já não agüento mais Por favor, vá. Deixe-me em paz. Max Daniel

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