Consome-me como carne
Mal passada a pular ainda a sangrar.
Usa-me para propaganda,
Por favor, não me exponha.
Meu corpo frágil lhe oferece prazer
Usa minha delicada carne pra saciar tua fome.
Sou teu pedaço,
Sou teu prazer,
Sou noites de verão a
Fazer-te escorrer.
Solte-me
Pois já não agüento mais
Por favor, vá.
Deixe-me em paz.
Max Daniel
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