17 de junho de 2008
Falo de mim
Uma inconstante dor oculta
Em uma pele clara...
Branca
amarela
Talvez apenas pálida.
Distúrbios de pensamentos insanos
Guardado dentro de olhos marcantes.
Dono de uma morbidez absoluta,
De lagrimas secretas de segredos latejantes,
Dores absurdas.
Abraça-me a noite...
Pecando,
Pensando,
Um motivo absurdo de uma nostálgica
Lembrança de uma face.
Frio...
Os pelos se arrepiam,
Os olhos estão vermelhos
Segue as canções a mirar e afligir
Ainda mais um coração.
Quebrado,
Cicatrizado,
Recém operado.
Frágil como cristal,
Gelado como o toque de sua caneta de metal.
Se segura no que lhe resta,
Fio dourado de esperança.
Veja as horas,
Esta quase.
Será capaz?
Ou será incapaz?
Não sei dizer, falo de mim.
Meu desejo encontrar paz.
Max Daniel
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