17 de junho de 2008

Serenidade Limitada

A cabeça perturbada em um espaço inútil, Vontade de queimar todos os sentidos e Mergulhar em depressão... Caneta e papel. A voz doce e baixa passa despercebida Ao ódio que esta a agitar em meu interior. Serenidade limitada ao envolver Destas paredes que ninguém pode me ver. Noite escura logo cai, Pele ardida de sol, Por favor, alguém destrua, Deixe-me ser a pólvora? Tua contagem regressiva? Ninguém me ouve, Não acreditam no meu rosto sereno E nas palavras macias recheadas De certo humor, sarcasmo. Aonde esta o meu rivotril? Acabou? Esconderam de mim? Cadê o meu amor? Fugiu de mim? O coração aqui bate forte, É uma bela canção É um maravilhoso desespero que quer me acariciar Com laminas em meus pulsos. Eu aceito Faça-me repousar Para que esta dor Possa logo acabar. Max Daniel

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