Contarei um
Contarei dois
Contarei três
E começarei a contagem regressiva de 100 a zero para o gatilho de
decepção matar-me de desilusão.
Quem não viu aquele idiota jogando seu rabo contra o sofá?
Quem não queria apenas sentar ali por um instante?
Pois é “PLAYBOY”...
Tenho um monte de merda pra fazer você comer e
Tenho um ódio pelo que a sociedade criou e pelo que os pais
Fracassados não deram aos filhos mortos de fome.
Vem aqui senhora, que tenho ouro de urina pra molhar a tua
vagina
Imunda e cobiçada paga por vários homens de poder...
Quem quer?
Vendo mulher
Vendo títulos
Vendo apatia
Vendo arrogância
E que tal minha ignorância?
Quero amor nestas palavras
Quero me declarar nessa imensidão horrenda de ilusão e mundo
aonde só
Os bastardos e ladrões conseguem usufruir
Quero me declarar em uma frase,
Quero me ajoelhar nos pés de meus pés mutilados e
dizer-me...
Que amor é para quem “tem” e que o sistema é índice do poder,
Que “fracos” como eu devem ser expertos e logo morrer.
Contarei zero sem medo de me arrepender.
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